Doctor doctor, please

Outro dia fiquei pensando na parada da psicologia. Tipo terapia. Acho que foi por causa de um filme, possivelmente ILHA DO MEDO. Como existem mil caminhos na terapia, como tudo parece ser a chave e a solução de tudo. Eu concordo com quem fala que todo mundo pode aproveitar uma terapia. Não há ninguém que esteja tão bem resolvido consigo mesmo que não possa aproveitar um olhar distante e analítico feito por outra pessoa, especialmente se ela é treinada pra isso.

Mas existem pessoas e pessoas. No caso, acho que existem dois tipos de pessoas que fazem terapia, no sentido de como elas saem de lá. Ou elas saem de boa, mais conhecedoras de si mesmas, ou então elas saem como idiotas, que embora sejam mais conhecedoras de si mesmas parecem que desaprenderam como conhecer os outros. É aquela velha questão de projeção em terceiros que fode tudo sempre.

Isso porque a terapia é conhecimento, é repertório. E isso pode se tornar algo bom ou ruim. É como se o sucesso daquela sessão de psicologia subisse à cabeça. Eu na verdade não conheço tantas pessoas que passaram por terapias e as que eu conheço saem melhores, de bem com elas mesmas e sem tentar ensinar pros outros o que acabou de presenciar.

Eu ainda não comecei a terapia mas ela estará presente por aqui num futuro. Não sei se próximo ou não mas em algum futuro.

Vamos todos! Quem sabe o mundo não fica um lugar melhor? E com mais terapeutas cheios da grana?

ps.: no próximo capítulo da “saga da terapia” vai vir algo sobre pais e filhos (e não, isso não é uma homenagem ao Renato Russo… até porque, eca, Renato Russo sucks!)

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2 responses to “Doctor doctor, please

  1. “… com mais terapeutas cheios de grana?”

    A família Petreca agradece!

    Maldizer o Renato Russo pode ter efeitos colaterais… parei de fazer isso depois de uns episódios pesadelo!

    (só diversão nessa manhã desenferrujando a leitura daqui! saudade de vocês)

  2. Se a família Petreca agradece, imagina a família Rodrigues então?

    Mas éfe, nem sempre terapia é bom. É bom quando é a própria pessoa que corre atrás. Toda uma questão de demanda, cara.

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