Frequências… isso sempre me deixou meio confuso nas aulas de física. Embora os exercícios fossem razoavelmente fáceis de serem resolvidos (afinal, aplicação de fórmulas em repetições não é lá uma tarefa das mais difíceis) o conceito em si sempre me deixou com um pé atrás pra falar que eu entendia aquilo de fato. 

Tudo ficou ainda mais abstrato pra mim quando veio o saudoso Prof. Daniel e sua aula sobre teoria das cordas. Essa teoria diz que tudo no universo é composto por “coisas” que vibram, como cordas subatômicas, ressonando em frequências e coisa e tal. Isso meio que se liga com a teoria do caos e tal (aquela do bater asas de uma borboleta no seu quarto causar um tsunami nos mares japoneses). Tem até um episódio de C.S.I em que o Grissom usa essa teoria pra explicar uns assassinatos, numa daquelas analogias de fim de episódio toscas. 

Essa teoria sempre me deixou intrigado sei lá porque e ultimamente tenho ouvido bastante a palavra frequência inserida no contexto das dinâmicas das relações. Que todos vibramos numa frequência. Frequência essa que influencia no quanto nos relacionamos com as outras pessoas. Afinal, alguém em 20 Hz não pode se dar bem com alguém em 789 Hz, pode? 

Não sei se acredito nessas paradas de energia, iluminação, predestinação, possessão ou mesmo na tal da teoria das cordas e suas frequências loucas, mas sei lá. Fiquei pensando qu seria genial se isso fosse verdade. Resolveria as complicações em tantos níveis não? Claro que isso dependeria de você poder medir ou de fato ver em que frequência a pessoa está vibrando. Isso evitaria conflitos, evitaria situações, evitaria zilhões e zilhões de coisas eu acho. 

A mesma coisa vale pra se você acredita que vivemos num tipo de Matrix ou coisa assim. Se você pudesse ver como o Keanu Reeves vê, tudo seria mais fácil pra você. Ou então como o Dr. Manhattan enxerga o mundo. 

O quê? Dr. Manhattan quem? Ah, você é 20 Hz e eu sou 180, foi mal… 

Texto: F. Garrido

Ao som de ! (Pato Fu)

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One response to “

  1. Para evitar ser meu próprio clichê, não comentarei sobre a frequência atuando nas interações! rs.

    Mas, aproveito p/ fazer um paralelo c/ algo q começa a me interessar por esses dias… A consciência corporal é algo que influi diretamente na dinâmica das relações, incrível! Minha irmã contava-me ontem sobre como partilhar o eixo é outra coisa fundamental no relacionar-se. Tem a ver com os estudos da coluna vertebral, q ela vem se dedicando… Enfim, dizia-me que a comunicação lado a lado é mais sensível q frente a frente.
    A mim faz sentido, pensando na metáfora, lado a lado = parceria – frente a frente = embate. Já p/ minha irmã faz sentido, a princípio, pelas danças que, quando em par, não são bem de frente, são meio de frente – meio de lado, no encaixe do meio do corpo…

    Acho q, se tivéssemos consciência dessas e/ou tantas outras dinâmicas internas, as externas seriam facilitadas… mas ñ menos complexas. Enfim…

    ! (é o hit!!)

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