Monthly Archives: February 2009

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O mundo tem informações demais, ó meu deus. Esses últimoa dias eu tava meio nessa noia de achar um jeito de lidar com todas as coisas que quero fazer, ver, ler e escutar. Tá certo que não é um tema lá muito inovador e único, mas acontece. Fico até pensando que felizes eram os habitantes dos anos faz-tempo, quando meu avô ainda surfava, a escrita de farmácia era phyna e tínhamos (eles) acesso a muito menos informação. Salve a Barsa, a periodicidade mensal e a ausência dos mp3. Agora, além daqueles problemas como preciso acordar mais cedo, resolver o negócio do computador, será-que-caso-ou-compro-uma-bicleta ou quem sabe faço uma tatuagem, tem a lista sempre crescente de coisas que eu queria saber/conhecer. Vamo aí. Fazer teste de nível no francês (parte dela por telefone – complicado), ir na assistência do computador (sabia que baterias podem inflar dentro do seu notebook?), mudar de academia (um mês grátis, yes) e voltar a usar o google reader.

Tinha dado uma olhada na página uns tempos atrás, mas voltei pra ver qual era. Afinal, promete ser a resolução dos problemas e me servir com os updates de todos os sites que eu escolha. Nice, tá funcionando até agora. Criei um twitter também, agregar para viver. Essas mini entradas que aparecem ali o tempo todo foram um dos motivos do desespero “o mundo tem informações demais, ó meu deus”. Tá passando.

Legal é que de vez em quando chove, a telefônica pega fogo em Barueri, ou até meu roteador fica meio louco. Aí a magia acaba.  Não existe nada mais perturbador do que meia hora sem internet. Talvez isso 

Lucas Melo

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Pop!

Veja isso, sério: http://carnaval.terra.com.br/2009/interna/0,,OI3595292-EI13004,00-Angela+Bismarchi+diz+estar+orgulhosa+por+desfilar+virgem.html

Se você leu o link acima e não pensou “fuck fuck fuck fuck that shit” você é mente aberta demais. 27 cirurgias plásticas? Tudo bem, cara. Parecer uma boneca inflável feita com o plástico mais xing-ling do planeta? Tudo bem, cara. Mas reconstruir seu hímen pra ser “virgem” de novo e ainda falar que era uma fantasia!? Aí não, Ângela, aí não. 

Mas beleza, supondo que tudo isso fosse normal (num mundo muito surreal). Como é essa cirurgia? O hímen é natural ou sintético? É tipo um plastiquinho? Eles tiram um teco de pele da bunda? Da perna? Não faço a mínima idéia e sinceramente nem sei se quero investigar a fundo isso … mas a curiosidade é grande pra saber as respostas pra essas perguntas tão importantes. 

Mas voltando à Ângela, o que raios ela tem na cabeça? Silicone? Com certeza. Mas porra… olha pra cara dela! Ela quer ser virgem? Ela tem cara de quem quer ser virgem de novo? Porque sangrar no lençol tudo de novo é realmente tudo o que uma mulher quer pra suas relações sexuais, não? Talvez ela queira ver se dessa vez ela ouve um “Pop!” da parada sendo estourada. Um pop! tipo aquele que se ouve quando se abre uma latinha presa com vácuo… “poxa, não ouvi da primeira vez há 35 anos atrás… quem sabe agora eu não vou ouvir? Deve ser um prazer enorme!” ela deve ter pensado…. Homem de sorte o que terá o prazer de romper o lacre de segurança dela. 

O mundo é um lugar estranho mesmo. Já ouvi essa história de revirginização duas vezes. Duas! Esse é o tipo de coisa que eu deveria ouvir nenhuma vez na vida. Nenhuma. Porque por mais estranho que o mundo seja, isso é bizarro até demais. 

Mas pensando melhor, acho que tudo é compreensível. Talvez a querida Ângela queria se sentir virgem de novo assim como a Madonna cantou em Like A Virgin. A diva-velha-musculosa da pop music optou por um instrumento de larga escala, já a nossa contrapartida tupiniquim optou por simplesmente colocar um leve obstáculo de novo. Cada um é cada um e o mundo segue. Ainda bem…

(link provido pela Bruna, que pensou na mesma referência pop genial)

Texto: F. Garrido

Vendo Um Sonho de Liberdade (um dos filmes mais geniais ever!)

É carnaval!

Domingo de carnaval. Como não tá passando Across The Universe na HBO e no Telecine Onde Os Fracos Não Têm Vez é dublado, estou vendo o pré-Oscar e o começo dos desfiles das escolas de samba na Sapucaí (insira som de pandeiro aqui). E fiquei com muita pena do Cléber Machado. Poxa, coitado do cara, de verdade. Tipo que esse domingo é um dos poucos do ano que não tem um jogo de futebol pra ele narrar, dia de curtir a casa, a esposa, a amante, os filhos, sei lá o que ele faz pra se divertir, mas não…. mandam o cara pra narrar Carnaval!

NARRAR! Primeiro: narração de Carnaval? É brincadeira de muito mal-gosto… E ele está tipo pendurado numa redoma de vidro, uma cabine super moderna, mas que deve balançar mais que vara verde, acima das passistas, das mulatas semi-nuas e da bateria. Ele e uma mina dos esportes da Globo também. 

E ele não tá com uma cara muito boa… mas também, quem estaria né? Nem pra por ele pra narrar o carnaval de São Paulo sei lá. Ainda teve que ir pro Rio … Pô, Globo, deixa o Clebão em paz. Ainda espero ansiosamente pelo dia do reencontro de Cléber Machado e Casagrande-eu-não-cheiro-mais nas grandes e hilárias transmissões futebolísticas de domingo a tarde. Mas o Casa nunca volta… Tenho fé! 

Mas pra não falar que desfile de escola de samba é uma merda e tal, eu gosto é das baterias. Acho as paradinhas e a parte do recuo a coisa mais legal. Existem estratégias pra entrar no recuo, coreografias e o cacete! É nessa hora que o Cléber podia fazer o nome e narrar com emoção a hora do recuo. “Olha o que ele fez! Olha o que ele fez! Ele andou pra trás tocando o bumbo e passando a mão na bunda da morena! Uhu! Isso é carnaval, minha gente!”… Vai que é sua, Cléber, se consagra!

A outra opção na TV é ver o Oscar na TNT com a sempre espetacular idiota transmissão do Rubens Ewald Filho. E esse ano com a adição da Chris Nicklas (ou ela já foi nos anos anteriores? Sei lá…). Isso também promete, viu!? Junte isso com a apresentação do Hugh Jackman e esse Oscar tem tudo pra ser simplesmente joia (sem acento). Tinha lido rumores que ele talvez dance na festa! Fuck that shit! 

Wolverine, fica de boa! eu gritaria se estivesse por lá.

E eu juro que não sabia onde a Chris Nicklas tinha se metido. (nem ela, nem a Sabrina, lembra? Da época em que as VJs da MTV eram gostosas de verdade e não menininhas ou idiotas com o nome de Dani Calabresa) … E agora os dois estão comentando os vestidos do tapete vermelho… os comentários do Rubens são simplesmente geniais. Geniais. 

Eu não vi quase nada dos filmes do Oscar. As vezes me sinto mal, poxa, deveria ter visto mais, afinal é meio que meu ramo de interesse e tal, mas quer saber? Eu não to nem ai mesmo. Até porque ir no cinema se torna cada vez mais uma tarefa muito árdua. Hoje eu fui lá… e eu sou muito chato ou eu sempre sento do lado da pessoas mais idiota da sala. Dessa vez era um carioca com uma namorada. Ele batucava e gritava BUM! tentando adivinhar o momento que a bomba do Tom Cruise ia explodir pra tentar matar o Hitler. Fuck. Fuck. 

Quem fala BUM! só pode ser idiota. Só pode. 

Texto: F. Garrido

Ao som de Narrow Stairs (Death Cab For Cutie)

(insira som de bocejo aqui)

Eu não me auto-policio muito bem. E isso é em relação a quase tudo que se passa no meu cotidiano. “Não vou comer aperitivo de carne com creme de alho” , “Não vou beber cerveja” , “Não, eu não POSSO beber cerveja” , “Não vou mandar mensagem” , “Não vou dormir as 4 da manhã”. Eu falo isso tudo mas nunca dá certo. Falo da boca pra fora, mesmo que dentro da minha cabeça eu esteja 100% dedicado a fazer funcionar.

Voltei, depois de 2 semestres inteiros, a sentar a bunda uma cadeira para assistir a uma aula. Fuck! Aula de noite, bom horário, sussa. Não vou dormir nem fudendo, pensei comigo mesmo. Eu tenho um sério problema em dormir em aulas.

Desde o colégio, quando o estimado professor Rubens me acordou em meio a sua bela aula de história para risos gerais, até quando entrei para o maravilhoso mundo da faculdade. Dos primeiros dias na faculdade lembro de duas passagens marcantes:

1. primeira fileira (Rá! Erro de principiante!): sono > pescadas > dormida. E acordei com o professor tropeçando no meu pé, que estava estendido. Em minha defesa, eram 8 da manhã, e a aula sempre tinha um filme projetado, logo a sala era escura e por isso ele não me viu ali. Ou então ele viu e optou por um método bem estúpido de me tirar do sonho bom;

2. última fileira (Rá! Experiência!): sono > pescadas > dormida. E acordo gritando (AHRRR!!!!), assustado com algum sonho idiota que vinha tendo, um clássico ataque de pessoas que dormem mal e porcamente. Fuck, e a vergonha?

Lembrei disso porque, como havia posto, ontem voltei para o meio acadêmico, na busca incessante pelos derradeiros créditos que me darão direito a sair da faculdade, e a primeira coisa que eu fiz quando sentei na confortável cadeira do Instituto de Astronomia foi… bocejar.

Muy peligroso!

Eu não vou dormir, repeti para o meu próprio ser. Mas em vão. Deu 10 minutos e estava pescando. Pescando forte. Acordei com movimentos bruscos de braço, um pré-grito se assim quiser. Fuck! Se estivesse sonhando mais forte acordaria no grito de fato, num dos ataques ridículos… e nunca mais teria a moral de por os pés na sala para descobrir as respostas para a vida no contexto cósmico…

… sim, essa era a aula… e sim, eu acredito em vida extraterrestre. Você não?

um dos meus famosos desenhos de ETs

um dos meus famosos desenhos de ETs

Texto e desenho: F. Garrido

Ao som de “The Wrestler” (Bruce Springsteen) + “15 Step” (Radiohead)

A vida até parece uma festa

Dia corrido: acordar antes das 9h (o que ultimamente não faz muito sentido) > se atrasar > leve desvio de caminho pra uma carona da brodagem com o amigo recém-habilitado para dirigir > TV > almoço na brodagem > Oficina Cultural Oswald de Andrade com trenas e medidas > troca de camisetas > café com mundo wireless > cinema > carona da brodagem parte 2 o retorno > casa finalmente.

Poxa, dia do inferno, ainda mais com o tempo abafado que não parece ter fim nessa cidade. Tudo pra ser um daqueles dias que se chega, toma um banho rápido e desaba na cama (para alguns o banho é uma parte totalmente dispensável… ok, respeito…). Mas não. Fico ainda com um leve sentimento de falta de alguma coisa. Como se tivesse algo pra fazer que não tive tempo de concluir, o que não faz sentido, afinal tempo é tudo o que mais tive no dia.

De verdade nada falta, se falta é um problema de ansiedade. De ansiedade e intensidade nas dinâmicas das relações. Tenho um sério problema no ficar sozinho sem fazer nada. Ficar sozinho é sussa. Desde que tenha coisas pra fazer. Senão tudo vai por água abaixo.

Estavámos lá no café, conectados com o mundo exterior, uma bela bebida na mão. Mas aposto que as pessoas que ali estavam olhavam e pensavam “jesuis, acho que ele é meio retardado” … Isso devido ao olhar perdido no horizonte e no copo esquentando na mão.

As vezes queria que a vida parecesse uma festa, como canta o Titãs, uma festa que me ocupasse. Queria que os dias fossem como aqueles fins-de-semana sem preocupações, morando sozinho com os amigos, no Vodka Fizz e na gastronomia irreverente. Mas não dá… Não ainda.

Tudo se resume ao fator da intensidade nas dinâmicas das relações. Ser 8 ou 80 não rola. Ser 44 (ou seria 40?) talvez seja a melhor opção.

“I’m riding the highs I’m digging the lows” dizia o Santana featuring alguma mina. Preciso aprender com ele talvez. Ou então assumir os dark days, tipo o mano Luke (aquele que nunca tira o boné em Gilmore Girls). Ele sempre tirava um dia por ano pra curtir a bad dele num lago escuro. Mas ele tinha motivo. O pai dele tinha morrido sei lá.

Meu pai não morreu. Nem ninguém. Estamos todos aqui, vivos e bem até onde tenho conhecimento. Então não sei. Fugir pra um lago escuro? Ou curtir a bad na frente de todo mundo mesmo? Ou então largar mão de ser pau no cu e chega de curtir os downs… vamos para os highs de novo.

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Em tempo, tenho uma amiga que dizem que se parece com a Rory e outras duas cujos diálogos muito se parecem com os da Lorelai com sua filha prodígio. Se é assim, ser o mano dos dark days é sussa. As vezes a vida até parece uma série.

Texto: F. Garrido

Ao som de Titanomaquia (Titãs)

Eu nunca vou te abandonar!

É, amigo. O Majestoso é um grande clássico. Provavelmente muita gente não achará o maior do futebol mundial. Talvez nem eu ache. Mas, nos meus vinte e um anos, quatro meses e dois dias eu nunca vi algo parecido. Tem corintiano que acha que o Palmeiras é o grande rival. Acho que pode até ter sido, em algumas épocas. Fato é que o alviverde voltou a ser aquela meia dúzia de italianinhos que era no começo dos tempos. Foi-se a Parmalat, foi-se o futebol. De repente, um dia eles voltam. K9 e CX10 – como diz o grande Malerba – têm futuro. Mas isso não importa. O que vale mesmo é que o Corinthians deitava no São Paulo por muitos anos – do meio dos 90 até o paulista de 2003. Depois fodeu. A bambizada dominou. A gente ficou sem ganhar por muito tempo. Até aquela partida bizarra, em que tinhámos Fábio Ferreira e Betão – o Eterno. Zagueiros horríveis. Mas mesmo assim, meio sem querer, eles se debateram na área e a bola entrou. Chupa, Ceni.

De lá até aqui já tem quase dois anos. E desde o 3×1 do paulista de 2007, com cagada de Marquinhos e gol de honra de Wilson, o Todo-Poderoso não é batido pelas garotas do Morumbi.

Provocações à parte, os sãopaulinos deste blog mostraram toda sua falta de masculinidade e honra ao não me chamarem pra ver o grande clássico deste domingo. Acabei na casa da vovó, com feijoada e pavê. Muita gente, também. Confesso que não consegui ver o jogo como gostaria. Mas pelo que vi, nada muito apetitoso. Preciso parar de esperar grandes jogos nos clássicos. Faz tempo que não vejo um bom. Principalmente entre essas duas equipes. Como disse o Lucas, jogo de quases. Inclusive de quase juíz. Soltou cartão pra todo lado, não deu um pênalti pra bicharada (graças a Deus) e deixou o jogo tenso. Sei lá. Falta nome. Eu, se fosse jogador, ia olhar pr’aquele mano e não ia deixar ele se impor. Que nem fizeram, pelo que eu vi.

Outra brincadeira, as escalações. Muricy, amigo, reservas?  O joga da Liberta é só quarta e é aqui em São Paulo. Pra que poupar?
E o Corinthians? Titulares. Que mais parecem reservas. E escalação errada, sem atacantes e muito defensiva. Jogo fraco. Quando acabou o primeiro tempo, a globo meteu os melhores momentos. Uns três lances. Tudo meia boca. Destaque para o gol-feito perdido pelo impedido André Lima. O cara cagou duas vezes: ficou impedido e furou uma bola a 50 cm do gol. Piada. E o Tulio, que quer socar um mano no meio do Campo e achar que uma das 2047 câmeras não vai ver. E, pior ainda, achar que ninguém vai avisar o juíz. Porra, Tulio, você é juvenil? Tem quinze anos? Ao que me consta você já tem mais de 30. 32 Dentes. Também, um mano que chuta a cabeça do Leandro Gianecchini no jogo da vida do Botafogo no Brasileiro de 2007, não faria diferente no grande clássico.

No segundo tempo entrou Souza, deu uma melhorada. Muricy meteu Borges e Hernanes. São Paulo ficou com cara de time titular. Melhor, melhor. Mas nada de perigo. Um gol pra cada lado. Porrada pra todo lado. Mais duas expulsões. Aliás, se jogasse na NFL, Escudero faria jus a seu nome. Ia ser destaque defendendo running back e quarterback. Como bate, esse argentino! Miltinho disse e eu concordo: gosto de jogador folgado.

Nas mudanças, de bom,  só o Boquita. No lugar do Douglas, que não criou nada e não deu raça na marcação, o moleque entrou bem. Movimentou, deu opção. Melhor que isso, achou um passe na cana do marcador e deixou André Santos na cara do gol pra fazer 1×1, depois do gol do Borges. É, já tava bom. Mal assisti o fim. To tentando descobrir que pancadaria que teve. Nem vi ainda.

No fim das contas, melhor a fejuca e o pavê. Me satisfizeram muito mais do que o futebol, meio apagado no meio das conversas sobre PSP, casas de PVC, pinos no joelho, artroscopias e até mesmo o futebol leve do Palmeiras.

Lucas, meu caro, sem Schmidt hoje. O negócio é arrumar meu armário, que tá bagunçado. E guardar minhas novas chuteiras e minha camisa retrô do Dinamo de Kiev. Comprei hoje. Amanhã o manto alvinegro vai ficar no armário. Vou de alviceleste pra tv.

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E hoje a noite, antes de dormir, não quero nem ver a reprise do jogo. Quero mais é pensar no esquadrão aurirroxo da ECA. Pensar em jogos, se não mais bonitos, que pelo menos me envolverão, com minha camisa 9 e minhas chuteiras novas.

Live Blogging

São Paulo contra Corinthians são 3 contra 1 aqui no blog. Três que decidiram não ir ao estádio e assistir juntos pela tv. Sem Galvão, mas sem Milton Leite também.

O começo foi bom: entre amendoim, balas de gengibre (muito poderosas) e Sete Belos as jogadas estavam quase dando certo. Quase gols, quase lance lindo, quase chutes. Teve uma furada do André Lima que vale a pena ver de novo, amigo da rede Globo. Aliás, André Lima é um jogador zoado, a eterna promessa, sabe? Pobre coitado.

Os manos do Mano começaram a ficar bem loucos e brincaram de açougueiros. Entrou um mano do Mano de nome Boquita. Boquita, cara, Boquita. Sério? Jura? Precisa de letra maiúscula?

Muricy jogando no sacrifício, pedra no rim. Dizem que é complicado.

Engraçado ver imagens da torcida e ficar discutindo sobre o torcedor médio. Aquele “sãopaulino” e “corintiano” existem mesmo.

No final, empate, pancadaria da arquibancada, entrevistas engraçadas no pós jogo e só. O que será que Filipe, o 1 corintiano-eu-nunca-vou-te-abandonar, achou do jogo?

ahn, e agora Tadeu Schmidt com suas piadinhas no Fantástico.

Lucas Melo